sábado, 27 de dezembro de 2008

Incrédulos...


Por muito tempo o homem só compreende o bem e o mal do ponto de vista físico. O sentimento do bem e do mal assinala um progresso da alma humana. Somente então o homem entrevê a espiritualidade e compreende que o poder sobre-humano está fora do mundo visível e não nas coisas matérias. Essa conquista pertence a algumas inteligências privilegiadas, mas que assim mesmo não conseguem ir além de certos limites. Se olham o céu é para saber se fará bom ou mau tempo no dia seguinte. Que os pássaros cantem ou não, isso pouco lhes interessa desde que não vão comer os grãos das semeaduras.
O que mais o preocupa, ou melhor, o que exclusivamente o preocupa é a satisfação de suas necessidades vitais, pois na verdade não possui outras. E para compreender que o bem pode sair do mal não lhe basta ver apenas uma existência, é necessário abranger o conjunto, pois só então se tornam claras as verdadeiras causas e seus efeitos.
Se a natureza de Deus é ainda um mistério para a nossa inteligência, entretanto já a compreendemos melhor do que nunca, graças aos ensinamentos do Cristo. O cristianismo, concordando nisso com os princípios racionais, nos ensina que: Deus é único, eterno, imutável, imaterial, todo-poderoso, soberanamente justo e bom, e todas as suas perfeições são infinitas.
Os conhecimentos que temos hoje, sobre o mundo físico resultam de um grande processo histórico de experiências, descobertas, acertos e erros. Na luta pela sobrevivência, o homem foi aprendendo a conhecer a natureza e desvendar seus segredos. Na tentativa de encontrar fundamentos para explicar sua existência, o homem atual vem criando com sua tecnologia, várias maneiras para desmentir histórias bíblicas.
Durante milhares de anos, os seres humanos aprenderam a transformar a natureza em proveito próprio. Como resultado desse longo processo, vivemos em um mundo que garante a muitas pessoas o conforto de um lar aquecido. Entretanto, nunca foram tantos os desequilíbrios ambientais, que colocam em risco inclusive a própria raça humana.
Em uma era como a nossa, voltada para resultados e satisfação imediatos, dialogar com esses homens é entrar em contato com nós mesmos. Aquele lado meio esquecido, que não se contenta com o mundo a que procura, ao buscar compreender seu sentido e desnudá-lo, podemos nos deparar com muitas versões, com histórias interessantes e cheias de verdades.

Nenhum comentário:

Postar um comentário