
Um meteoro iluminou partes do céu no Estado americano de Utah, no oeste dos Estados Unidos na última quarta-feira. As imagens foram capturadas por câmeras de segurança do lado de fora do observatório Milford, da Universidade de Utah, e mostram o momento em que o meteoro passou.
"O meteoro entrou na atmosfera da Terra e estava provavelmente a 160 km do solo," disse Seth Jarvis, diretor do Clark Planetarium em Salt Lake City, capital de Utah.
"É quase certo que ele tenha se despedaçado antes de atingir o solo." Cientistas usarão as imagens para estimar o tamanho e a trajetória do meteoro.
Ao tocar a Terra, no primeiro segundo, um continente inteiro será varrido do mapa.
O asteróide de dois quilômetros de diâmetro provocará uma onda de mais de 1 km de altura.
Dez minutos depois, todo o planeta estará mergulhado numa nuvem de pó e, em uma semana, a Terra ficará em trevas.
"O meteoro entrou na atmosfera da Terra e estava provavelmente a 160 km do solo," disse Seth Jarvis, diretor do Clark Planetarium em Salt Lake City, capital de Utah.
"É quase certo que ele tenha se despedaçado antes de atingir o solo." Cientistas usarão as imagens para estimar o tamanho e a trajetória do meteoro.
Ao tocar a Terra, no primeiro segundo, um continente inteiro será varrido do mapa.
O asteróide de dois quilômetros de diâmetro provocará uma onda de mais de 1 km de altura.
Dez minutos depois, todo o planeta estará mergulhado numa nuvem de pó e, em uma semana, a Terra ficará em trevas.
A escuridão permanecerá por dois anos.
A vida vegetal será extinta em quatro semanas e pelo menos 2 bilhões de terráqueos (um terço da população) serão dizimados somente com a explosão.
O impacto terá a violência de 1,2 milhão de megatons, o equivalente a 60 mil bombas atômicas atuais ou ainda a 90 milhões daquelas despejadas sobre Hiroshima em 1945.
A vida vegetal será extinta em quatro semanas e pelo menos 2 bilhões de terráqueos (um terço da população) serão dizimados somente com a explosão.
O impacto terá a violência de 1,2 milhão de megatons, o equivalente a 60 mil bombas atômicas atuais ou ainda a 90 milhões daquelas despejadas sobre Hiroshima em 1945.
A força será duas vezes superior àquela provocada pelo meteoro que há milhões de anos varreu da superfície terrestre os dinossauros.
E o fenômeno, acredite, está prestes a ocorrer.
Mais precisamente em fevereiro de 2019, daqui a 9 anos.
A hecatombe tem nome: 2002 NT7. Assim foi batizado o meteoro, descoberto num observatório americano na Cidade do México, que está em rota de colisão com a Terra. Ele se aproxima a uma velocidade de 27,2 quilômetros por segundo.
A revelação foi feita pelo doutor Donald Yeomans, cientista da Nasa, e deixou autoridades do mundo todo em estado de alerta. Especialistas estão sendo mobilizados para o evento e bilhões de dólares vão ser gastos em equipamentos e tecnologia para tentar salvaguardar a humanidade.

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