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O dilúvio é uma figura do juízo final.Em relação a Noé, é a figura do batismo. Noé representa Jesus Cristo e a Arca a igreja.
Depois que toda a terra ficou debaixo d’água por espaço de 150 dias, fêz Deus soprar um vento quente. E as águas a pouco e pouco foram baixando. A arca encalhou numa montanha da Arménia, e os cimos dos montes foram aparecendo. Para saber se as águas já tinham descido bastente, abriu Noé a janela da arca e soltou o corvo, que não voltou.
Depois que toda a terra ficou debaixo d’água por espaço de 150 dias, fêz Deus soprar um vento quente. E as águas a pouco e pouco foram baixando. A arca encalhou numa montanha da Arménia, e os cimos dos montes foram aparecendo. Para saber se as águas já tinham descido bastente, abriu Noé a janela da arca e soltou o corvo, que não voltou.
Então fez sair à pomba, a qual não achando onde pousar voltou a entrar na arca. E ao cabo de sete dias soltou Noé novamente a pomba, que voltou pela tarde, trazendo no bico um raminho de oliveira.
“Para Noé e seus descendentes o ramo de oliveira que a pomba trouxe em seu bico era um sinal de esperança, mas provavelmente era o que podemos chamar de mau presságio, pois o ramo seria do mesmo monte das oliveiras onde nosso senhor Jesus Cristo passou sua última noite com vida. Antes de ser entregue aos soldados e aos oficias dos sacerdotes e dos fariseus”.
Eu sou a videira, vós sois os ramos. Quem permanece em união comigo, e eu em união com ele, este dá muito fruto; porque separados de mim não podeis fazer nada. Se alguém não permanece em união comigo, ele é lançado fora como ramo e seca-se; e homens ajuntam estes ramos e os jogam no fogo, e eles se queimam”.
(João, cap.15 v.5-6)
(João, cap.15 v.5-6)
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