sábado, 27 de dezembro de 2008

Ciência & Religião...


Como foi nos tempos de Noé, assim será também a vinda do filho do homem. Pois assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam-se e se davam em casamento, até o dia em que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do filho do Homem”.
(Mateus, cap.24 v.37-39)
O dilúvio também é descrito em fontes americanas, egípcias, asiáticas, sumérias, assírias, armênias e persas, entre outras, de forma basicamente ao episódio bíblico: uma divindade decide limpar a terra de uma humanidade corrupta e escolhe um homem bom aos seus olhos para construir uma arca para abrigar sua criação enquanto durasse a inundação. Após um certo período, a água baixa, a arca fica encalhada em uma montanha, os animais repovoam o planeta e os descendentes de tal homem geram todos os povos do mundo.
Há a hipótese de que uma grande inundação tenha ocorrido na Mesopotâmia, causada pelos rios Tigre e Eufrates.
“O nome do terceiro é Tigre, este é o que corre pelo oriente da Assíria. E o quarto rio é o Eufrates”.
(Gênesis, cap.2 v.14)
Por uma elevação anormal do nível d’água estipula-se que as enchentes naturais as agricultura sazonal daquela região seriam em torno de nove metros, e nessa época os rios encheram-se cinco metros a mais, isto é, quatorze metros, causando devastação por toda região em algum momento.
Essa alternativa, no entanto, não transmite corretamente a vivida descrição de caos que os relatos parecem mostrar, pela escala monumental que a lenda assume. O relato bíblico do dilúvio chega a dizer: “Assim foram exterminadas todas as criaturas que havia sobre a face da terra, tanto o homem como, o gado, o réptil, e as aves do céu; todos foram exterminados da terra; ficou somente Noé, e os que com ele estavam na arca”.
(Gênesis, cap.7 v.21-23)
Alguns acreditam ainda que a própria arca poderia ser encontrada em algum ponto do Cáucaso, possivelmente no monte Ararat, onde diversos relatos de pilotos que sobrevoaram a região durante a segunda guerra mundial afirmavam ter visto um imenso barco no meio dessa cadeia de montanhas.
Como evidência da contemporaneidade de seres que os cientistas defendem ser de eras distintas,alguns deles apontam por exemplo, trilhas de dinossoauros em leitos de rios como o rio Paluxy em Glen Rose - Texas/Estados unidos, ao lado de pegadas que pareciam ser de humanos gigantes.
“Havia naqueles dias gigantes na terra, e também depois, quando os filhos de Deus conheceram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos. Estes foram valentes, os homens de renome que houve na antiguidade”.
(Gênesis, cap.6 v.4)
Os cientistas no entanto, atribuem todas as pegadas a dinossoauros, e que a forma aparentemente humana de algumas se deve à erosão, em alguns casos natural, em outros por adulteração.
Nossos primeiros pais e seus primeiros descendentes chegaram a idade muito avançada. Matusalém viveu 969 anos.Por esta maneira pôde Adão viver 56 anos com o pai de Noé, e Noé 58 anos com Abraão. Assim muito facilmente pôde conservar-se a tradição oral.

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