
A Igreja na Europa durante a Idade Média chegou a reconhecer a existência de vampiros e os transformou de mitos pagãos em criaturas do demônio. O vampiro teve sua credibilidade reforçada pela existência das doutrinas cristãs como vida após a morte, a ressurreição do corpo e a "transubstanciação". Esse era um conceito baseado na Santa Ceia em que o "pão e vinho" durante a Comunhão que transubstanciou-se no sangue e corpo do Cristo.
“Eu afirmo a vocês que isto é verdade: Vem à hora e ela já chegou em que os mortos vão ouvir a voz do filho de Deus, e os que a ouvirem viverão. Assim como o pai é a fonte da vida, assim também fez o filho se a fonte da vida. E ele deu ao filho autoridade para julgar, pois ele é o filho do homem. Não fiquem admirados por causa disso, pois está chegando a hora em que todos ao mortos ouvirão a voz do filho do homem.”
(João, cap.5 v.25-28)
(João, cap.5 v.25-28)
“Escutem bem este segredo: Nem todos vamos morrer, mas todos nós vamos ser transformados, num instante, num abrir e fechar de olhos, quando tocar a última trombeta. Ela tocará os mortos serão ressuscitados como seres imortais, e todos nós seremos transformados... Onde está, ó morte a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu poder de ferir?”
(1 Coríntios, cap.15 v.51-52-55)
(1 Coríntios, cap.15 v.51-52-55)
“Pai, é chegada à hora, glorifica a teu filho, para que também teu filho glorifique a ti. Pois lhe deste autoridade sobre toda a carne, para que dê a vida eterna a todos os que lhe deste.”
(João, cap.17 v.1-2)
(João, cap.17 v.1-2)
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