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José é um personagem célebre do Novo Testamento da Bíblia por ser o pai legal de Jesus, o fundador do Cristianismo. Pela tradição e pelas Escrituras, nasceu em Belém da Judéia no século I a.C., era pertencente à tribo de Judá e descendente do rei Davi de Israel.
José tencionava casar com Maria, certamente para levar a vida sexual normal de todos os que se casam e nada nos indica que não fosse essa a intenção da própria Maria depois de cumprir a sua promessa de gerar o seu primogênito Jesus, sendo a “porta de entrada” do Cristo, do próprio Filho de Deus no nosso mundo. Essa atitude estava em perfeita sintonia com o contexto, em que a mulher era tanto mais respeitada quanto mais filhos tivessem, principalmente se fossem meninos. Temos muitos exemplos bíblicos de mulheres que se sentiam infelizes por serem estéreis, nomeadamente a própria Isabel, familiar de Maria.
Sabemos que José foi um homem compassivo e carinhoso. Quando ele soube que Maria estava grávida após estarem para se casar, ele soube que a criança não era dele, mas desconhecia, até então, que ela estava carregando o Filho de Deus. Ele planejou separar-se de Maria de acordo com a lei, mas temeu pela segurança e o sofrimento dela e do bebê. Ele sabia que mulheres acusadas de adultério poderiam ser apedrejadas até a morte, então ele decidiu deixá-la silenciosamente e não expor Maria a vergonha ou crueldade.
José tencionava casar com Maria, certamente para levar a vida sexual normal de todos os que se casam e nada nos indica que não fosse essa a intenção da própria Maria depois de cumprir a sua promessa de gerar o seu primogênito Jesus, sendo a “porta de entrada” do Cristo, do próprio Filho de Deus no nosso mundo. Essa atitude estava em perfeita sintonia com o contexto, em que a mulher era tanto mais respeitada quanto mais filhos tivessem, principalmente se fossem meninos. Temos muitos exemplos bíblicos de mulheres que se sentiam infelizes por serem estéreis, nomeadamente a própria Isabel, familiar de Maria.
Sabemos que José foi um homem compassivo e carinhoso. Quando ele soube que Maria estava grávida após estarem para se casar, ele soube que a criança não era dele, mas desconhecia, até então, que ela estava carregando o Filho de Deus. Ele planejou separar-se de Maria de acordo com a lei, mas temeu pela segurança e o sofrimento dela e do bebê. Ele sabia que mulheres acusadas de adultério poderiam ser apedrejadas até a morte, então ele decidiu deixá-la silenciosamente e não expor Maria a vergonha ou crueldade.
Perante a Lei, José tinha o direito de reaver o que tivesse pago por Maria, e esta seria levada aos Juízes da porta da cidade de Nazaré, que lhe aplicariam o que está estabelecido.
“Caso haja uma virgem, noiva dum homem, e um homem realmente a achou e se deitou com ela, então tendes de levar ambos para fora ao portão daquela cidade e tendes de matá-los a pedradas, e eles tem de morrer.”
(Deuteronômio, cap. 22 v.23-24).
Penso que Mateus, ao escrever o seu evangelho, foi muito moderado ao limitar-se a dizer que José “... como era justo...”, não quis levantar escândalo e tencionava simplesmente abandonar Maria e esquecer o problema. Para os primeiros leitores do evangelho de Mateus, bem integrados na cultura judaica, não era necessário dizer mais nada, pois todos sabiam perfeitamente da gravidade do suposto adultério nessa cultura.
Assim, foi necessária a intervenção dum anjo que falou a José, pois certamente que só o testemunho da própria Maria não seria aceito.
Sabemos que José foi um homem de fé, obediente a tudo o que Deus pedisse a ele sem preocupar-se com os resultados. Quando o anjo Gabriel apareceu a José em um sonho e contou-lhe a verdade sobre a criança que Maria estava carregando, José imediatamente e sem questionar ou preocupar-se com fofocas tomou-a como esposa.
“Caso haja uma virgem, noiva dum homem, e um homem realmente a achou e se deitou com ela, então tendes de levar ambos para fora ao portão daquela cidade e tendes de matá-los a pedradas, e eles tem de morrer.”
(Deuteronômio, cap. 22 v.23-24).
Penso que Mateus, ao escrever o seu evangelho, foi muito moderado ao limitar-se a dizer que José “... como era justo...”, não quis levantar escândalo e tencionava simplesmente abandonar Maria e esquecer o problema. Para os primeiros leitores do evangelho de Mateus, bem integrados na cultura judaica, não era necessário dizer mais nada, pois todos sabiam perfeitamente da gravidade do suposto adultério nessa cultura.
Assim, foi necessária a intervenção dum anjo que falou a José, pois certamente que só o testemunho da própria Maria não seria aceito.
Sabemos que José foi um homem de fé, obediente a tudo o que Deus pedisse a ele sem preocupar-se com os resultados. Quando o anjo Gabriel apareceu a José em um sonho e contou-lhe a verdade sobre a criança que Maria estava carregando, José imediatamente e sem questionar ou preocupar-se com fofocas tomou-a como esposa.
(Mateus, cap.1 v.20)
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